Desde o início de suas operações em 2014, o fundo de investimentos imobiliários CPTS11 começou com um perfil high-yield, caracterizado por investimentos de maior risco.
Naquela época, devido ao tamanho reduzido do fundo e a uma indústria de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) ainda pouco desenvolvida, o CPTS11 concentrava-se em operações voltadas para o desenvolvimento, especialmente no setor residencial e de loteamento.
A partir de 2018, no entanto, o crescimento do fundo possibilitou a transição para investimentos mais seguros, o que permitiu a migração gradual para um perfil high-grade.
Com isso, a carteira passou a focar em ativos de renda, como operações em setores de logística, shopping centers, lajes corporativas e varejo.
Em 2021, cerca de 80% das operações do CPTS11 já envolviam devedores de alta qualidade e ativos listados em bolsa, proporcionando maior estabilidade aos cotistas.
Em resposta ao ambiente econômico e às mudanças na curva de juros, o fundo iniciou uma estratégia de reciclagem de sua carteira para manter o crédito high-grade, ajustando as taxas para IPCA + 6,74% até setembro de 2024, elevando a taxa média de aquisição sem comprometer a qualidade dos ativos.
A gestão do CPTS11 destaca a maior liquidez e previsibilidade que essa transição para um perfil high-grade trouxe ao fundo.
Com menor risco de default e maior facilidade de negociação no mercado secundário, o CPTS11 busca entregar retornos consistentes e sustentáveis aos seus cotistas.
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