CPTS11 vem mantendo sua estratégia de reciclagem de portfólio, focada em ativos com perfil de crédito high grade.
Recentemente, o fundo remarcou sua carteira de recebíveis, ajustando a taxa de IPCA + 7,94% para IPCA + 8,17%, refletindo a abertura das NTNBs e o compromisso com uma taxa média mais alta.
Nos últimos 12 meses, os dividendos acumulados por CPTS11 somaram R$ 0,88 por cota, superando o CDI equivalente no mesmo período, que foi de R$ 0,80.
Este rendimento atrativo se reflete nos dividendos mensais de R$ 0,072 por cota, correspondendo a 130,01% do CDI, reforçando a atratividade do fundo.
Além disso, no mês de referência, foram realizadas compras definitivas de CRIs no valor de R$ 22 milhões, com taxa média de IPCA + 8,5%, e R$ 12,3 milhões de CRIs a CDI + 1,72%, enquanto as vendas somaram R$ 94 milhões em CRIs a IPCA + 7,99%.
Esses movimentos mostram a estratégia ativa de CPTS11 em ajustar a carteira para maximizar os retornos, sem perder o perfil conservador de crédito.
Em termos de negociação na B3, CPTS11 manteve uma liquidez média de R$ 7,8 milhões por dia, com cerca de 386 mil cotistas ativos, destacando-se pela estabilidade e confiança entre os investidores.
O fundo fechou o mês com resultado por cota de R$ 0,067, enquanto o resultado não realizado da correção monetária da carteira de CRI subiu para R$ 9,8 milhões, comparado a R$ 4,9 milhões no mês anterior, embora o resultado não realizado com FIIs tenha registrado perda.
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