O Boletim Focus trouxe novidades sobre a situação econômica do Brasil, com a inflação esperada em 4,59% para 2024 e 4,03% para 2025, sinalizando uma desaceleração moderada da inflação.
Neste cenário, a taxa Selic deve permanecer elevada em 11,75% até o final de 2024, conforme as medidas do Banco Central para controlar as expectativas inflacionárias.
Existe a expectativa de uma possível redução da taxa para 11,50% em 2025, caso os índices de preços se estabilizem.
Além disso, a projeção de crescimento do PIB é de 3,10% para 2024, impulsionada pela demanda interna, mas deverá desacelerar para 1,93% no ano seguinte devido ao impacto da política de juros altos.
Nesse contexto desafiador, a gestão do fundo IRDM11 permanece comprometida em reciclar a carteira de ativos, buscando sempre melhorar os rendimentos.
Recentemente, houve uma manutenção da taxa média contratada nas operações, ao mesmo tempo em que o risco de crédito da carteira foi reduzido.
As operações Cavalieri 1 e 2 foram quitadas, gerando um saldo total de R$ 404 mil e resultando em um pequeno ganho para o IRDM11.
Durante o mês de outubro, o IRDM11 adquiriu três novos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs): GEA, TPPF e FGR, totalizando R$ 12,9 milhões.
Além disso, o fundo vendeu o CRI AXS, com um valor aproximado de R$ 1 milhão. No que diz respeito à carteira de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), o IRDM11 continuou a venda de ALZM11 e IDFI11, resultando em um lucro de R$ 157 mil (R$ 0,004 por cota).
A integralização prevista do FII HDOF11 no valor de R$ 2 milhões também foi realizada.
Atualmente, o IRDM11 permanece quase totalmente investido, com apenas 2% do patrimônio líquido disponível em caixa, além de estar vigilante em busca de oportunidades específicas para realocação de recursos nos ativos da carteira.
Assim, o IRDM11 mostra uma adaptação e respiração positivas em meio a um panorama econômico desafiador.
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