FIIs base 10: CPTS11, KNSC11 ou MXRF11, qual rende mais?

Os fundos imobiliários seguem como uma das principais alternativas para investidores que buscam renda passiva recorrente e isenção de imposto de renda sobre os proventos.

Neste artigo, analisamos três dos FIIs mais populares do mercado — CPTS11, MXRF11 e KNSC11 — destacando os principais números, o desempenho recente e, principalmente, quem está pagando mais dividendos atualmente.

CPTS11: rendimento elevado e potencial de valorização

O CPTS11 apresentou um resultado expressivo em abril, com lucro líquido de R$ 26,723 milhões — crescimento de 9,77% em relação ao mês anterior.

As receitas atingiram R$ 34 milhões, com distribuição de dividendos no valor de R$ 0,085 por cota, representando 124% do CDI líquido.

Nos últimos 12 meses, o fundo pagou R$ 0,92 por cota, o que corresponde a um dividend yield (DY) de 12,57%.

Para os próximos meses, a gestora Capitania projeta dividendos entre R$ 0,07 e R$ 0,09 por cota, com um DY anualizado potencial de 13,39%.

Além disso, em abril, as cotas do fundo valorizaram 7,18%, superando o IFIX e o IMA-B. O preço de mercado fechou o mês em R$ 7,63, com um desconto de 13,2% em relação ao valor patrimonial de R$ 8,79 — indicativo de potencial de valorização futura.


KNSC11: carteira robusta e retorno estável

O KNSC11 também vem apresentando resultados sólidos, com um pagamento acumulado de R$ 1,09 por cota nos últimos 12 meses, resultando em um dividend yield de 12,29%.

A alocação do fundo é composta majoritariamente por Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), sendo 64,5% indexados ao IPCA com remuneração média de IPCA + 10,06% a.a. e 45,3% indexados ao CDI, com retorno médio de CDI + 3,31% a.a.. A carteira é considerada saudável, sem eventos negativos de crédito.

A distribuição mais recente, referente a abril, foi de R$ 0,11 por cota, equivalente a 1,2% de retorno no mês, ou 113% da taxa DI.


MXRF11: regularidade na distribuição e liquidez elevada

Já o MXRF11, um dos FIIs mais negociados da bolsa, alcançou recentemente sua maior cotação dos últimos seis meses: R$ 9,51.

Nos últimos 12 meses, o fundo distribuiu R$ 1,14 por cota, resultando em um dividend yield de 11,89%. Recentemente, elevou o pagamento para R$ 0,10 por cota, após um período de distribuição de R$ 0,09.

Além disso, o MXRF11 mantém alta liquidez, liderando o volume de cotas negociadas em diversos pregões. A gestão ativa e a possibilidade de novos aumentos nos dividendos seguem no radar dos investidores.


Quem está pagando mais?

Analisando o dividend yield acumulado dos últimos 12 meses, a ordem de rentabilidade dos fundos é:

  1. CPTS11 – DY de 12,57% (R$ 0,92 pagos)
  2. KNSC11 – DY de 12,29% (R$ 1,09 pagos)
  3. MXRF11 – DY de 11,89% (R$ 1,14 pagos)

Embora o MXRF11 tenha pago o maior valor absoluto em reais, o CPTS11 lidera em termos de percentual de retorno sobre o valor das cotas, além de apresentar potencial de valorização, dado o desconto sobre seu valor patrimonial.


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