Quando falamos em guerra tarifária, o primeiro pensamento costuma ser de crise e instabilidade global. E sim, conflitos comerciais entre grandes potências como EUA e China geram volatilidade. Mas, em meio à turbulência, surgem oportunidades — especialmente para países exportadores como o Brasil.
Durante a guerra tarifária iniciada no governo Trump, por exemplo, os Estados Unidos impuseram tarifas sobre centenas de produtos chineses, e a China respondeu na mesma moeda. Isso forçou as duas potências a buscar novos parceiros comerciais. O Brasil, com seu potencial agrícola e mineral, entrou no radar.
A seguir, destacamos 3 empresas brasileiras listadas na Bolsa de Valores (B3) que podem se beneficiar diretamente de um cenário de guerra tarifária.
1. Vale (VALE3): minerando oportunidades na Ásia
A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, com forte presença na exportação de minério de ferro, essencial para a produção de aço, sendo uma matéria prima que à China consome em larga escala.
Como à guerra tarifária ajuda?
Com os EUA impondo tarifas sobre produtos industriais chineses, a China busca fortalecer sua indústria local e manter a infraestrutura em crescimento. Para isso, precisa de matéria-prima. E quem fornece minério de ferro de alta qualidade? O Brasil, via companhia Vale.
Além disso, com à valorização do dólar em tempos de tensão global, à receita da Vale, em reais, cresce, já que suas exportações são cotadas em moeda estrangeira.
Impacto nas ações:
- Alta nas cotações com aumento da demanda chinesa.
- Valorização cambial impulsiona lucros e dividendos.
- Investidores buscam ativos mais “seguros” e com forte geração de caixa.
2. JBS (JBSS3): exportando carne em meio ao fogo cruzado
A JBS é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, com operação global em carnes bovina, suína e de frango. Durante à guerra comercial, à China reduziu às importações de carne dos EUA e passou a comprar mais carne brasileira.
Como à guerra tarifária ajuda?
- A China buscou novos fornecedores confiáveis, e a JBS foi uma das principais beneficiadas.
- Crises sanitárias na China (como a peste suína africana) agravaram à situação e aumentaram ainda mais a demanda por carne importada.
- A JBS já tem presença nos EUA, Austrália e Brasil, o que facilita realocação estratégica da produção conforme o cenário global.
Impacto nas relações:
- Maior volume exportado = aumento de receita.
- Ações da JBS tendem a se valorizar em tempos de tensão se os fundamentos globais favorecerem exportações.
3. Suzano (SUZB3): celulose brasileira no centro da nova guerra econômica
A Suzano (SUZB3) é líder mundial na produção de celulose de eucalipto, utilizada em papel, embalagens, fraldas, e outros produtos de higiene.
Como à guerra tarifária ajuda?
- Empresas chinesas que importavam papel dos EUA passaram a buscar alternativas mais baratas e de outros países.
- O Brasil, com floresta plantada e custo competitivo, oferece celulose de qualidade com preço atrativo.
- A Suzano tem contratos de longo prazo com grandes clientes asiáticos, blindando parte da receita.
Impacto nas ações:
- Aumento da exportação de celulose.
- Lucros beneficiados pela alta do dólar.
- Boa pagadora de dividendos, atrai investidores em momentos de instabilidade.
Crise para uns, oportunidade para outros
À guerra tarifária entre os EUA e à China mostra como disputas entre gigantes podem abrir espaço para países como o Brasil crescerem em áreas estratégicas. Empresas exportadoras, com presença global e operação eficiente, saem na frente.
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