O Tesouro Direto é uma das principais opções de investimento em renda fixa, onde investidores emprestam recursos ao governo e, em troca, recebem uma rentabilidade.

Mas, afinal, como essa rentabilidade é calculada?

Existem dois tipos principais de títulos no Tesouro Direto: prefixados e pós-fixados. Nos prefixados, a taxa de juros é definida no momento da compra.

Por exemplo, ao investir R$ 100 em um título com 10% de rentabilidade anual, o investidor recebe R$ 110 ao final de um ano.

Já nos pós-fixados, a rentabilidade está atrelada a um índice, como a Selic ou o IPCA, e pode variar conforme esses indicadores.

Veja como fazer R$ 1 Milhão no Tesouro Direto

Tesouro Direto

Para quem investe em títulos como o Tesouro Selic, a rentabilidade acompanha a taxa Selic, ideal para períodos de alta de juros. Já o Tesouro IPCA+ protege contra a inflação, oferecendo um ganho real acima da inflação medida pelo IPCA.

Cada tipo de título do Tesouro Direto oferece vantagens e é importante escolher conforme o objetivo do investimento. Os prefixados são ideais para quem busca previsibilidade, enquanto os pós-fixados acompanham as variações econômicas e são mais flexíveis ao cenário financeiro.

Exemplos de Títulos e Rentabilidade

  1. Tesouro Prefixado: Invista R$ 100,00 e, ao fim de um ano, receba R$ 110,00 com uma taxa prefixada de 10% ao ano.
  2. Tesouro Selic: Com a Selic a 9% ao ano, o retorno estimado seria de R$ 109,00 sobre um investimento de R$ 100.
  3. Tesouro IPCA+: Com um rendimento IPCA + 5,5%, caso o IPCA atinja 4%, o ganho final do investidor seria de 9,5%.

Em qualquer situação, é importante lembrar que a venda do título antes do vencimento pode gerar lucros ou prejuízos, dependendo das condições do mercado.

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