A Petrobras (PETR4) voltou a atrair a atenção dos investidores nesta semana. Na terça-feira (1º), as ações da companhia subiram 2,67%, em meio a um cenário de alta nos preços do petróleo, impulsionado pela escalada de conflitos no Oriente Médio.
Um ataque com mísseis do Irã contra Israel gerou preocupações no mercado internacional, elevando o preço do barril em mais de 5%, o que refletiu diretamente nas ações da petroleira brasileira.
Com o aumento das cotações, a Petrobras viu seu valor de mercado saltar R$ 12,9 bilhões, alcançando impressionantes R$ 506,8 bilhões.
Mas esse não foi o único fator que colocou a estatal sob os holofotes.
De acordo com um levantamento da Grana Capital, a Petrobras foi a maior pagadora de dividendos da B3 nos últimos 12 meses.
A empresa distribuiu R$ 6,34 por ação no período, gerando um retorno de 17,16% para as ações preferenciais (PETR4) e de 16,14% para as ordinárias (PETR3).
Além disso, a petroleira voltou a figurar entre as maiores pagadoras de proventos do mundo, ocupando o 13º lugar no ranking global do segundo trimestre de 2024, segundo o relatório da Janus Henderson.
Embora esses dados de dividendos chamem a atenção, é sempre bom lembrar que o desempenho passado não garante resultados futuros.
Porém, com o cenário de instabilidade global e a possível valorização contínua do petróleo, a Petrobras pode continuar a ser destaque no mercado financeiro nos próximos meses.

