A Taesa (TAEE11), uma das principais companhias do setor de transmissão de energia elétrica no Brasil, reforçou mais uma vez sua atratividade para quem busca renda passiva.
No primeiro trimestre de 2025, a empresa reportou lucro líquido regulatório de R$ 188,3 milhões e destinou integralmente esse montante para o pagamento de dividendos, mantendo um payout de 100%.
A política de distribuição agressiva da Taesa (TAEE11) é um dos principais atrativos para os investidores que buscam previsibilidade e estabilidade na geração de proventos.
A empresa reforçou que, para este ano, continuará com o compromisso de distribuir entre 90% e 100% do lucro regulatório, alinhando-se ao perfil de quem quer construir uma carteira de dividendos crescentes.
Resultados positivos reforçam solidez
A receita líquida regulatória da Taesa (TAEE11) atingiu R$ 598 milhões no 1T25, um crescimento de 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
O EBITDA regulatório subiu 6,9%, totalizando R$ 509,6 milhões, enquanto os custos operacionais (OPEX) caíram 10,8%, para R$ 88,3 milhões, elevando a eficiência da companhia.
Apesar de o lucro líquido regulatório ter apresentado uma leve queda de 0,7% na comparação anual, o resultado reforça a estabilidade da empresa dentro dos padrões do setor de energia.
Dividendos de TAEE11 seguem fortes
O pagamento aos acionistas da Taesa (TAEE11) referente ao 1T25 foi de R$ 0,18 por ação ordinária ou preferencial (TAEE3 e TAEE4) e R$ 0,54 por unit (TAEE11), o que corresponde a um dividend yield bruto de 1,57% no momento do anúncio.
Além disso, os investidores da Taesa (TAEE11) recebem nesta semana mais um pagamento de proventos: R$ 0,5533 por ação no dia 28 de maio de 2025, com data de corte em 29 de abril de 2025.
Expansão acelerada impulsiona futuro da Taesa (TAEE11)
Um dos destaques do trimestre foi o aumento expressivo nos investimentos: o CAPEX alcançou R$ 267,9 milhões, um avanço de 247% na comparação anual.
A antecipação de obras importantes, como os reforços na Nova Trans e a entrada parcial de Pitiguari (26 meses antes do previsto), contribuiu para um incremento de R$ 38,9 milhões na Receita Anual Permitida (RAP) da empresa.
Esses movimentos reforçam a estratégia de expansão da Taesa (TAEE11), que foca não apenas na distribuição robusta de dividendos, mas também no crescimento sustentável e na geração futura de caixa.
Endividamento sob controle
Apesar da elevação de 5% na dívida líquida, que alcançou R$ 9,5 bilhões após a emissão de uma debênture verde de R$ 650 milhões, a Taesa (TAEE11) manteve seus indicadores financeiros equilibrados. O crescimento do EBITDA ajuda a sustentar a alavancagem em níveis saudáveis.
Perspectiva positiva para TAEE11
Com uma política agressiva de distribuição, investimentos robustos e eficiência operacional crescente, a Taesa (TAEE11) segue como uma das melhores alternativas para quem quer viver de renda com segurança no mercado de energia elétrica.
Além disso, muitos analistas consideram o preço justo da unit (TAEE11) em torno de R$ 34,20, sugerindo potencial atratividade para investidores que buscam não apenas dividendos, mas também valorização patrimonial.
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